Brit Awards: Arctic Monkeys os grandes vencedores da noite
O Arctic Monkeys foram os grandes vencedores da edição deste ano dos Brit Awards. A banda saiu ontem à noite do Earls Court com os dois prêmios para os quais estava nomeada, Melhor Grupo e Melhor Álbum, pelo seu disco de estréia "Whatever People Say I Am, That's What I'm Not". Lily Allen, que liderava a corrida não conquistou nenhum dos troféus a que era candidata. O prémio para Melhor Single foi entregue ao Take That, pelo tema 'Patience'. Já nas categorias de Artista Revelação e Melhor Artista Feminina, às quais a cantora também concorria, os vencedores foram os Fratellis e Amy Winehouse, respectivamente. A premiação de Melhor Artista Masculino coube a James Morrison, tendo o Muse sido premiado com o troféu para Melhor Grupo Ao Vivo.
No cenário internacional, o The Killers ganhou o prêmio para Melhor Grupo e Melhor Álbum, com "Sam's Town", o Orson foi o Grupo Revelação, enquanto nos artistas a solo, os troféus de Melhor Artista Feminina e Melhor Artista Masculino foram entregues a Nelly Furtado e Justin Timberlake.
O Oasis, vencedores anunciados do prémio Contribuição Excepcional Para a Música, receberam o troféu das mãos do apresentador da cerimônia e amigo da banda, Russel Brand, e não de Ringo Starr, como foi previamente divulgado.
Aqui o video do The Fratellis , grupo revelção da música britânica
Uma boa novidade vinda do Japão : Ghost, que lança o trabalho “ In Stormy Nights”depois de um hiato de três anos .
A mais primária das impressões do álbum é a inclinação instrumental para um estranho folk com pitadas medievais, utilizando um arsenal sonoro pouco usual :banjos, flautas, alaúdes e tablas. Outro destaque é o canto de trovador maníaco-depressivo. A essas substâncias, soma-se uma atração pelo noise e pelo improviso. O resultado é uma sonoridade cinematográfica .Parece que o que importa ao Ghost é construir um todo, mas sem importar o dimensionamento certo das partes. É assim que, por vezes, se desproporciona a combinação entre o noise paranóico e o folk deslavado, algo neo porgressivo sem cair na chatice.