IFPI: música digital cresce 40% e movimenta US$ 2,9 bilhões em 2007
Publicada em 25 de janeiro de 2008
No ano em que Radiohead pediu que fãs definissem preço de álbum, música digital movimenta US$ 2,9 bi, sete vezes mais que em 2004. O mercado mundial de música digital movimentou 2,9 bilhões de dólares durante 2007, aumento de 40% em comparação a 2006 e equivalente a 15% do setor tradicional, segundo o Digital Music Report 2008, relatório anual da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (da sigla em inglês, IFPI) divulgado nesta quinta-feira (24/01). Em quatro anos, o setor saltou de receita de 400 milhões de dólares e participação de 2% no mercado total para quase três bilhões de dólares de faturamento e 15% de participação, sete vezes mais em três anos. No mesmo ano em que o Radiohead pediu que os fãs definissem os preços que pagariam pelo álbum "In Rainbows" pelo site da banda britânica, a IFPI criou em seu relatório o primeiro ranking de downloads digitais, liderado pela canadense Avril Lavigne com 7,3 milhões de vendas da sua canção "Girlfriend" nos formatos música, ringtone, truetone e vídeo. No ranking mundial de mercados, os Estados Unidos estão na liderança, com 67% de músicas vendidas online e 33%, pelo celular. Em segundo lugar, o Japão prova sua estarrecedora penetração de celulares, com canções vendidas pelo aparelho responsáveis por 91% do mercado. Único país em desenvolvimento na lista, a China aparece na nona posição mostrando sua relação favorável ao celular, com 73% das vendas feitas por aparelhos móveis. Especialistas brasileiros acreditam que, dada a base de 120,9 milhões de aparelhos no país, segundo a Anatel, este é o modelo mais passível de vingar no mercado nacional.
Escrito por Agência Pode! às09h16
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Programa 2 /2008
Momento Maia de volta com força total em 2008
!

Aqui você clica na terceira edição do
programa:
Categoria: Momento Maia
Escrito por Agência Pode! às19h43
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Categoria: Momento Maia
Escrito por Agência Pode! às10h42
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Programa Outra Versão #17 - ESPECIAL JOVEM GUARDA
A banda The Jovens surgiu de uma brincadeira entre os
radialistas Roberto Miller Maia e João Carlos Godas (Tatola), na rádio Brasil
2000. No programa “Sessão da tarde”, eles mostravam sucessos da Jovem Guarda e
davam prêmios para quem acertasse quem estava cantando. A molecada que ouvia
pedia ajuda pros pais, avós e se empolgavam descobrindo as “novas” músicas
velhas.
Resolveram então montar a banda The
Jovens, que deu uma outra roupagem a diversos sucessos do rock nacional desse
período. O CD é de 2001 e foi apresentado em vários programas de TV, como o
Musikaos (Cultura) e Fábio Jr. (Record).
Categoria: Música
Escrito por Agência Pode! às10h32
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Gil TV
Confira aqui o canal criado pelo ministro Gilberto Gil, no youtube !

Escrito por Agência Pode! às09h44
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Gilberto Gil critica modelo "mastodôntico" das gravadoras
Gilberto Gil, o compositor, é um visionário. Ao anunciar o primeiro canal de um grande músico nacional no popular site de compartilhamento de vídeos YouTube, ele quer sinalizar para a indústria que é preciso adotar urgentemente novos modelos de negócios no Brasil.
“Eu sou um pouco cientista e um pouco cobaia”, declarou o Ministro da Cultura, durante uma videconferência da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro. “É preciso encontrar novos modelos de negócios mais ágeis e sair dessa coisa mastodôntica das ‘majors’. Vamos entrar no modelos das ‘minors’”, pregou.
As ‘majors’ citadas por Gilberto Gil é como são chamadas as grandes gravadoras de músicas, entra elas a Warner, com quem o ministro tem contrato e diz que não vai romper, acrescentando que quer ser um laboratório para a gravadora experimentar novos modelos.
Entre os modelos que Gil quer experimentar está, além do canal exclusivo no YouTube, que estreou com uma música gratuita exclusiva, o rompimento com os álbuns da forma como são produzidos atualmente.
Em sua visão, que ele pretende colocar em prática com seu próximo CD, “Banda Larga Cordel”, é preciso privilegiar as lojas virtuais e os downloads gratuitos antes mesmo da venda do álbum fisicamente nas lojas tradicionais. “A Warner precisa se adaptar”, ratifica.
O que Gil já vislumbra, bem como a indústria fonográfica já sabe, é o crescimento do mercado de música digital.
Segundo dados do Nielsen SoundScan, as vendas de CDs caíram 19% em 2007 nos Estados Unidos. Já a comercialização de álbuns digitais e músicas cresceu 54% e 45%, respectivamente.
O problema é que no Brasil, apesar de recentes iniciativas de iMusica, UOL, Terra e iG, ainda é um calvário uma música chegar ao formato digital e ser comercializada por uma das lojas online disponíveis.
Escrito por Agência Pode! às08h56
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