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História : Marianne Faithfull

Pensando na pré-história do mundo de caras, onde a aparência leva a fama , podemos destacar a história de Marianne Faithfull , que ficou famosa  pela relação que, durante a década de 60, manteve com Mick Jagger, dos Rolling Stones, e pelo papel que desempenhou na então efervescente cena musical e boêmia de Inglaterra, a única( e enorme) diferença é que ao contrário do bando de inúteis que povoam a mídia de hoje , ela realmente tem muito talento!

 Marianne Faithfull emprestou a sua voz a algumas composições de sucesso e em discos solo, o primeiro dos quais remonta a 1965.
Filha de uma família da classe alta, Marianne Faithful freqüentou uma escola de freiras em Londres, mas cedo foi atraída pelo mundo do espetáculo. Aos 18 anos estreou com o êxito interpretando  "As Tears Go By", faixa composta por Mick Jagger e Keith Richards. Ao longo dos anos 60, o sucesso persegue a jovem: incentivada a cantar pelo manager dos Stones, Faithfull maravilhou os fãs com a sua voz frágil e arranjos delicados. "Summer Night" e "Come and Stay With Me", de Jackie De Shannon, foram canções bem recebidas e contribuíram para a sua crescente popularidade.
A ligação aos Rolling Stones é, no entanto, seminall: depois de antecipar o single "As Tears Go By", lançada pela banda um ano mais tarde do que pela cantora, Faithfull grava, em 1969, "Sister Morphine", que Mick Jagger e os seus companheiros incluem em
"Sticky Fingers", de 1971.
Na década de 70, a história de Marianne Faithfull começa a aproximar-se cada vez mais do mote "sexo, drogas e rock'n'roll". Uma tentativa de suicídio culmina uma vida de excessos, na qual o consumo de heroína ganhava destaque e debilitava a artista.
Só em 1979 é que Faithfull volta a gravar - tendo já perdido o título da namoradinha  de de Mick Jagger", a cantora consegue, com "Broken English", mudar o registro de sua voz e conquistar os críticos com letras realistas sobre sexo e desespero.
Ao longo dos anos 80 e 90, os cds são poucos, mas sempre algo inovadores, com "Strange Weather", de 1987.
Em 1994, a vida da menina rica que escolheu seguir a vida da arte e dos excessos é documentada em "As Tears Go By", uma autobiografia que antecede discos  como "A Secret Life", lançado no ano seguinte, "20th Century Blues", "The Seven Deadly Sins" e "Vagabond Ways", editado em 1999. Em 2002, a cantora fez chegar às lojas um álbum recheado de convidados especiais, initulado "Kissin Time". Nomes como Beck, que colaborou no primeiro single "Sex With Strangers", Billy Corgan, Jarvis Cocker, Dave Stewart e o Blur, fizeram de "Kissin Time" um álbum marcado pelo ecletismo musical.


Escrito por Agência Pode! às15h25
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David Bowie & Arcade Fire

David Bowie se declara um grande fã da banda canadense Arcade Fire,  aqui um vídeo da união dos dois ocorrida em 2005  no Fashion Rocks no  New York Radio City Music


Escrito por Agência Pode! às10h58
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Memória PoP!

Rick Wakeman (atendendo a um pedido muito especial!)

 

Rick Wakeman, o rei  dos Teclados, foi um fenômeno nos anos 70,  tanto que a imprensa especializada dizia que a “era da guitarra” acabaria e iria começar a “era do teclado” . Exageros a parte, sua aparição foi meteórica, bombástica e grandiloquente , com shows que tinha uma estrutura de grande espetáculo, e rodou o mundo fazendo suas espécies de opera  rock. Sua primeira aparição de destaque foi  no álbum “Space Oddity” de David Bowie em 1969.
Enquanto começava a gravar com o grupo  Yes , lançou o disco solo: Six Wives of Henry VIII, em 73, um disco diferente de tudo que existia na época , com uma variedade de timbres do mais diversos teclados :de  cravos à órgãos de igreja com arranjos de Rock progressivo. Ate hoje percorre o mundo com seus teclados.


Escrito por Agência Pode! às15h12
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Mémoria PoP !

Patti Smith é, sem dúvida, uma das figuras mais emblemáticas de toda a história do Rock. Grande consumidora da poesia de Arthur Rimbaud e admiradora da obra de Bob Dylan.Os anos passam, mas a sua voz perdura. A sua extrema amabilidade não esconde, porém, o seu militantismo e a sua agressividade contra as causas injustas!
 "Se os artistas se refugiam no silêncio, isso tem  a ver com o receio de porem em risco a sua própria carreira, e de venderem menos discos.  Os que fazem isto, que façam um exame de consciência e perguntem a si próprios, porquê tal medo. Quanto a mim, sou uma artista e tenho a sorte de poder dizer o que me eu quero!" Patti Smith


 


Escrito por Agência Pode! às16h20
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U2 DISPONIBILIZAM VÍDEO DA NOVA MUSICA NA NET

Acaba de ser disponibilizado na Internet um vídeo para 'The Saints Are Coming', a musica  que junta os U2 e o Green Day.
A música, um original da banda punk escocesa The Skids, vai beneficiar a fundação Music Rising que pretende apoiar os músicos de New Orleans que foram vítimas do furacão Katrina.
O vídeo agora disponibilizado online e mostra as duas bandas gravando  este som nos míticos estúdios Abbey Road, em Londres.
'The Saints Are Coming' integra a lista do novo álbum de retrospectiva de carreira dos U2, intitulado "U218", cuja edição está marcada para dia 20 de Novembro.
O conteúdo completo do disco  ainda não foi revelado, mas sabe-se que inclui 16 clássicos da banda de Bono Vox e os novos temas 'The Saints Are Coming' e 'Window On The Sky'.


Escrito por Agência Pode! às14h45
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Memória PoP

O New York Dolls foi uma das bandas americanas fundamentais que serviu de inspiração para o punk inglês. Foi uma das primeiras bandas a adotar um visual glittler e andrógino usando a teatralidade dentro do rock como diferencial.

O álbum The New York Dolls lançado em 1973, pode ser considerado um item de discoteca básica, resgatou a sonoridade básica e simples original do rock and roll numa época que a grande moda era o rock progressivo, daí uma inspiração explícita para os futuros punks . Este disco não chamou muita atenção na época virando um cult mais tarde.

O grande link com história do punk inglês se deu em 1974 quando a banda estava em uma turnê pela Inglaterra e  visitou a loja de Malcolm McLarem, conquistando imediatamente a sua atenção. Malcolm se tornou seu produtor e juntamente com a namorada e estilista Vivienne Westwood tentou montar um novo visual para a banda, com roupas de couro vermelhas em referência ao regime comunista, numa tentativa de chamar a atenção da imprensa. A banda acabou  quando o guitarrista e uma das forças da banda Johnny Thunders saiu para montar os Heartbreakers. Malcolm McLarem voltou à Inglaterra e teve a idéia de montar os Sex Pistols.


Escrito por Agência Pode! às13h56
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Memória Pop

Nazz os primórdios de Todd Rundgreen

 

Apesar de pouquíssimo conhecido no Brasil, Todd Rungreen é um dos maiores  artistas americanos de todo os tempos, Todd é um multi-instrumentista e um produtor conceituado que já produziu dezenas d e obras prima.

Ele nasceu em 22 de junho de 1948 na Philadelphia. Começou sua carreira em uma banda chamada Woody's Truck Stop.

Em 1967 formaria o Nazz, um quarteto que gravou três álbuns re foi considerada a primeira banda americana assumir influencias explicitas da British Invasion , o grupo acabou em 1970. Todd além de tocar e cantar, produzia e coordenava, era a alma da banda

A carreira solo de Todd começou em 1970, com o disco “Runt”. Esse nome veio em razão de um apelido de infância. Após o lançamento deste disco, Todd se lançou em  uma extensa carreira solo que foi do pop e soul  ao progressivo, passando pelo eletrônico e ate influencias de bossa nova, sempre com classe e sem qualquer oportunismo


Escrito por Agência Pode! às09h39
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Memória PoP

O Troggs é apontado como uma banda proto-punk ( precursora do estilo), que conseguiu chegar ao topo das paradas  com um rock selvagem , explícito em  canções como  "Wild Thing", de 1966, e com outros mais pop e melodiosos.
A banda formou-se em Andover (Inglaterra) em 1964 e, pouco depois, assina contrato com o empresário  e produtor Larry Page (que tinha já trabalhado com os Kinks. Após um single de estréia mal sucedido, o grupo grava um novo single, que seria seu sucesso definitivo: "Wild Thing" de Chip Taylor A versão mais rude dos Troggs é um verdadeiro sucesso, inspirando outros músicos, como Jimi Hendrix , a gravarem o mesmo tema. Wild Thing" chega ao primeiro lugar nos EUA, mas a imagem do grupo sofre alguns revezes devido a problemas legais que causam seus primeiros discos serem editados simultaneamente por dois selos. O fato de não terem realizado durante muitos de anos uma tournée pelos EUA não ajudou à sua consagração por lá. Devido a este fato single como "With A Girl Like You" e "I Can't Control Myself" não receberam o mesmo sucesso que obtiveram na Grã Bretanha. Subseqüentemente, os Troggs gravam uma série de baladas, algumas das quais hits na Grã Bretanha, mas que não chegam ao sucesso dos single anteriores. "Love Is All Around" devolve-os aos Top 10 norte-americano em 1968, o que foi o seu último grande hit internacional.
Mas os Troggs mantiveram-se durante muitos mais anos, ao longo dos quais editaram vários álbuns, recebidos com pequeno sucesso. Sem o badalação de outros grupos dos anos 60 na Inglaterra, ainda assim , surpreendem com a balada gótica "Cousin Jane" ou a psicodélica "Maybe The Madman". Por volta de 1970, continuam a editar uma série de singles, a maioria dos quais canções simples e diretas, que fugiam da tendência do rock progressivo característico da época.
À medida que o punk ia ganhando terreno durante a década de 70, a banda alcança a admiração com uma banda “cult",influenciando grupos das gerações seguintes, como os Ramones ou os MC5.
Apesar da sua produção discográfica intermitente, os Troggs mantêm-se na ativa com concertos ao vivo (no circuito punk e new wave), ao longo dos anos 80.
Já na década de 90, têm um ponto alto na sua carreira quando, em 1992, três dos elementos dos REM (banda que já tinha feito uma versão de "Love Is All Around"), participam no álbum, "Athens Andover", que marca o regresso do grupo após mais de uma década sem gravar. Já em 1996, é editado "Athens, Georgia & Beyond", o seu mais recente trabalho.


Escrito por Agência Pode! às15h36
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Memoria PoP

Dave Clark Five - mais um grupo da British Invasion

Por um período de tempo muito pequeno, em  1964, o Dave Clark Five, se tornou  a maior desafio  ao reinado absoluto dos Beatles . Este quinteto  londrino nascido no bairro de  Tottenham, teve o gosto de derrubar das paradas "I Want to Hold Your Hand" com  "Glad All Over," e forraram as manchetes da imprensa britânica com títulos como : “ A maior ameaça aos Beatles “ .Eles pertenceram a famosa primeira leva da Invasão Britânica.

Outra grande façanha do grupo foi chegar 17 vezes no TOP 40 entre os anos de 1964 a 1967 com hits memoráveis como: "Glad All Over,""Bits and Pieces," "Because," e o cover de  Bobby Day's "Over and Over," . ainda outro recorde foi ser a banda inglesa que mais vezes apareceu no badalado show da TV americana Ed Sullivan .


Escrito por Agência Pode! às13h17
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Top 100

Não vejo a mínima diferença entre uma apresentação dentro do Top of The Pops, da semana passada, para este tape de 1966. Pior, acho patético nenhuma banda da nova geração ter proposto nada novo ou nada diferente em exatamente 40 anos, parece que única coisa que mudou foi termos, agora, um celular no bolso!

Não sou saudosista, muito pelo contrário, sou um outsider da minha geração que ouve coisas novas com a esperança que alguém ainda possa romper com o passado.

Paint It Black dos  Rolling Stones, por muitas razões,  é uma das minhas cem canções prediletas de todos os tempos .


Escrito por Agência Pode! às09h55
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Memória PoP

Manfred Mann

Acho que é meu inconsciente  se manifestando,pois tenho notado que estou fazendo um resgate de varias bandas da chamada Invasão Britânica, mas no fundo, acho que, foi este fato musical que solidificou toda  a musica pop que ouvimos nos dias de hoje...

Vale para reflexão!

Manfred Lubowitz nasce a 21 de Outubro de 1940, em Joanesburgo, África do Sul. Precocemente percebeu seus interesses não estavam em Joanesburgo e na sua cultura branca dominante. O seu sonho era ser músico de jazz e de blues.
As suas pretensões musicais fazem abandonar o país e viajar até Inglaterra, onde adopta o nome artístico de Manfred Manne (retirando o último nome de Shelly Manne, um reconhecido baterista  de jazz), e mais tarde abreviou o apelido para Mann.
Depois, forma com o baterista Mike Huggs, a banda que se viria a chamar (contra a sua vontade) Manfred Mann. Com  várias formações, a banda, misturou um pouco de tudo do  jazz ao rock com influências R&B, e, posteriormente, pop rock e rock progressivo, durou até 1971, quando Manfred parte para outras direções.
As suas futuras bandas adotam o nome de Manfred Mann's Earth Band e buscam um lado mais progressivo . Simultaneamente, dedica-se também a uma carreira como produtor e compositor.

 


Escrito por Agência Pode! às09h39
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Memória PoP

The Zombies

Uma das bandas mais brilhantes, mas injustamente esquecida dos anos 60, os Zombies nasceram nos subúrbios de St. Albans, em Londres, em 1962, mas só quiseram se tornar oficialmente uma banda  do momento em que ganharam um concurso local. O prêmio era a oportunidade de gravar uma demo, que seria posteriormente avaliada por uma série de editoras.
Colin Blunstone (voz), Rod Argent (teclados) e Chris White (guitarra) davam forma à banda que, pouco tempo depois, conseguiu um contrato com o selo  Decca, graças a canção (brilhante por sinal) escrito por Argent, "She's Not There", que se saiu muito bem no mercado britânico, mas brilhou com mais intensidade ainda nos Estados Unidos, onde chegou ao segundo lugar do top de singles. Aliás, os Zombies sempre conheceram maior êxito fora de portas do que em casa, no Reino Unido.
Em 1965, "Tell Her No", também incluído no álbum homônimo que marcou a estréia da banda, figurou entre os dez mais vendidos, repetindo a dose de sucesso proporcionada pelo trabalho anterior, mas que não voltaria a brindar os Zombies tão cedo. É que os singles que se seguiram foram quase todos colocados em lados B, caso de "Remember When I Loved Her", "I Want You Back Again", "Indication", "She's Coming Home", "Whenever You're Ready", entre muitos outros.
A falta de êxito dos singles, motivada pela falta de atributos que normalmente caracterizam as chamadas canções radio friendly, impossibilitava a banda de gravar álbuns .

Os Zombies separam-se em 1968, mas no ano seguinte, o single "Time of The Season" tornou-se num grande êxito. Porém, a banda não voltou atrás para reconsiderar uma possível reunião, uma vez que Rod Argent estava já em gravações com os Argent, um projeto liderado por si, que optou por seguir numa direção de rock mais pesado do que aquele praticado pelos Zombies.

Veja o vídeo de Time of The Season :


Escrito por Agência Pode! às12h27
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Memória PoP

Soul arrepiante !

 

Certa vez o inspirado autor inglês, Nick Hornby, citou que nos preocupamos muito com malefícios que a violência da TV pode gerar na cabeça dos adolescentes e nos esquecemos dos efeitos  das canções pop que nos inundam com mensagens que podem afetar o resto de nossas vidas .

Como exemplo tomo a canção: Take a Letter Maria ,de 1969 , cuja narrativa ,de uma traição explicita, faria qualquer um ficar  apavorado com a frieza da  tal esposa, e a resignação do marido narrador, que depois de pegá-la no flagra, fica firo , faz uma mala e se manda.

O autor deste hit foi R. B. Greaves um excelente cantor de soul music , sobrinho de Sam Cooke, que teve uma carreira meteórica e só esse sucesso.

 Confira o clip da musica ,outra perola da esquisitice !


Escrito por Agência Pode! às09h42
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Raconteurs e Lou Reed

a respeito deste post anterior:"A cerimónia do MTV Vídeo Music Awards.que aconteceu  em NY ,começou de forma emocianate quando o badalado grupo The Raconteurs ao lado do "pilar do rock" Lou Reed atacaram a classica White Light , White Heat. " Confira agora o vídeo:


Escrito por Agência Pode! às00h47
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Memória PoP

Reconhecidos nos Estados Unidos como mais uma das bandas que participaram da então chamada "invasão britânica", os Kinks conheceram no final dos anos 60 uma popularidade em grande escala, não só nos Estados Unidos, como no pais natal a. Ray e Dave Davies foram os condutores principais de um grupo que teve a sua formação quando os dois irmãos começaram a ensaiar alguns acordes de rock. O ano de 63 foi marcado pela escolha de uma primeira formação para os Kinks, tendo a banda optado, na altura, pelo nome de  The Ravens, chamando  mais dois elementos, Peter Quaife (baixo) e Mickey Willet (bateria). A entrada de Mick Avory para o lugar de Willet foi a última alteração antes da assinatura de um contrato com a editora Pye Records. O primeiro single chegou um ano depois.

assita um clássico da banda cujo o título retrata meu estado de espírito no dia de hoje!


Escrito por Agência Pode! às15h35
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